Tabela código NBS: como encontrar o código correspondente ao serviço
- dattacontabilidade
- 4 de mai.
- 3 min de leitura
Com a nota fiscal de serviço eletrônica (NFS-e) migrando para um formato nacional, as empresas precisarão adotar o código NBS (Nomenclatura Brasileira de Serviços). O objetivo é padronizar a identificação dos serviços prestados no Brasil.
O código NBS não é novidade para quem já trabalha com comércio exterior. Ele é amplamente utilizado para declarar venda ou compra de serviços para fora do país. Com a padronização da NFS-e, o código NBS torna-se essencial para:
Igualar a descrição dos serviços em todo o país;
Evitar confusão entre códigos de serviço que mudam entre prefeituras;
Ajudar o governo a acompanhar o que foi prestado (rastreabilidade fiscal).
Com a Reforma Tributária, o código também vai garantir a precisão exigida pelo IVA Dual (IBS e CBS), o que ajudará o governo a entender rapidamente quanto de imposto é devido e garantir que o valor pago seja o certo, já que as regras de imposto serão mais unificadas.
Código NBS vs. Lista de Serviços da LC 116/03
Antes da Reforma e do Padrão Nacional da NFS-e, cada uma das mais de 5.000 prefeituras do Brasil tinha sua própria regra em relação ao código de identificação. O que era (e ainda é) 100% obrigatório em todo o Brasil é o código da Lei Complementar 116/03 (LC 116), formado por 4 dígitos, que identifica de forma mais genérica o serviço prestado.
De um modo geral, os códigos da LC 116 relacionam todos os serviços sobre os quais as prefeituras podem cobrar ISS (Imposto Sobre Serviços). Aos poucos, a lista da LC 116 vai sendo substituída pelo código NBS, mas ambos ainda serão utilizados em conjunto até 2032, que é até quando o ISS ainda será cobrado (com alíquotas que diminuem a cada ano).
Estrutura do código NBS
Os códigos NBS são formados por 9 dígitos que tornam mais precisos a identificação do serviço prestado, facilitando assim na dedução do novo imposto (IBS/CBS) que pode ter alíquotas diferentes dependendo do subitem. A NBS é dividida em capítulos, posições, subposições, itens e subitens. Veja o que cada bloco de números representa:
1º dígito (capítulo – prefixo): define a grande seção. Quase todos os serviços começam com o dígito 1.
2º e 3º dígitos (capítulo): identificam o grupo principal (exemplos: Serviços de TI, Transporte, Jurídicos).
4º e 5º dígitos (posição): refinam o grupo. Identificam uma família específica de serviços dentro do capítulo.
6º dígito (subposição): detalha a natureza do serviço.
7º e 8º dígitos (item): especificam o serviço de forma técnica.
9º dígito (subitem): é o nível máximo de detalhamento. É este código completo que você deve usar na Nota Fiscal.
Esse formato elimina possíveis ambiguidades geradas pelos 4 dígitos da LC 116. Veja um exemplo aplicado a um serviço de desenvolvimento de aplicativos:

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